Google+ Followers

domingo, 7 de novembro de 2010

COINCIDÊNCIA DA VIDA POESIA

COINCIDÊNCIA DA VIDA POESIA

SONETO DE AMOR
De: Virgílius


Quem será que habita seus pensamentos?
E por ele..., Silenciosa, Enamorada, e Bela
Caprichosamente..., Se debruça a janela
Como o esperasse, à suaves momentos?

Quem lhes merecerá os sentimentos?
Carinhosamente... O seu amor de donzela?
Quem ousará negá-la como sentinela
Em penhorado amor..., Em juramentos?

Quem dera, eu merecesse tanto carinho.
E eleito do seu amor... ..., Pelo caminho
Contente e feliz eu fosse, em tanto afeto.

Aos sentimentos mais ternos... E serenos.
Aos manifestos da alma..., Mais extremos.
Ou, aos quereres de sí..., Mais perpétuos.

**********

POEMA EM AGRADECIMENTO


Ah! Meu amigo Poeta,
De teu belo "Soneto de Amor",
Com ilustração mais que pura
E mais que linda, eu te digo:

A "musa" na "fotografia”
É minha mãe querida,
Maria Dilça Lira Cabral.
Uma estrela que no Céu hoje brilha.

Foi esposa, Mãe dedicada e Amiga
Mulher generosa, e muito amada,
Pelos cinco filhos e pelo seu esposo,
Alirio Souto Cabral, nosso Pai.

A surpresa de vê-la de maneira tão rica
Deixou a mim e aos meus, repletos de alegria,
Pelo que agradecemos de todo coração.
Rogando a Deus que lhe conserve esse dom
O qual você usa com beleza e muita maestria.

Ysolda Cabral

**********

“Minha Nossa...!!!
Fico a refletir como alguém pode definir
e identificar, meticulosamente, o que diz uma
fotografia, donde se "enxerga" a essência.
Pois aqui está escrito exatamente o que foi nossa Mãe.
Explodia em amor!!! Suave e bela!!!
Exalava, mesmo na velhice, a beleza mais pura quando
desciam lágrimas ouvindo sua música predileta: VOCÊ
FOI, de Ysolda, e cantada por Roberto Carlos.

Inára Cabral

**********
Publicado no Recanto das Letras em 07/11/2010
Código do texto: T2601796

**********
Atenção!!
Comentário do Virgílius deixado hoje no Recanto das Letras
para a poesia " Eu e a Borboleta"


07/11/2010 09:59 - Virgílius

Tudo bem Poetisa, que eu me inspirei numa fotografia antiga, e de uma linda mulher, e que pra minha agradável surpresa, era a sua mãe. (Eu devia ter desconfiado... rs rs rs... Pra ser bonita do seu tanto, tinha que ter a quem puxar). Mas você minha amiga, inspirou-se magistralmente linda, numa simples borboleta que pousou no parapeito da sua janela... (Com certeza, veio te comtemplar, se comendo de inveja da beleza de você). DEPOIS..., EU É QUE SOU O POETA!!! P.S.: Eis mais um texto, que sem ser preciso você assinar, aonde quer que eu lêsse, saberia-o nascido de sua alma. Ei..., Num esquece, viu... Diz a Inara q'eu mandei um beijo. Um Xêro bem grande pra você!!!

**********
07/11/2010 10:30 - Ysolda Cabral


Me fazendo chorar a essa hora da manhã e num domingo, meu poeta querido?!!! Isto é correto? Um beijo "visse" bichinho?!