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sábado, 25 de setembro de 2010

EU, MEU COSMO!
De: Ysolda Cabral


Leio e releio notícias
Tão vazias de mim!
Enxugo lágrimas doloridas,
E vou seguindo mundo a fora,
Sem saber aonde ir.

Aqui e acolá paro.
Descanso um pouco,
E na esperança de algo novo;
Eu volto!

A tristeza invade meu ser,
A saudade ajuda a viver,
E, mesmo devastando a minha alma,
Sou compreensão sem muita calma.

Por uma fração de segundo,
Sinto-me firme, forte...
- Meu próprio Cosmo -
Imune às maldades do mundo.


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Publicado no Recanto das Letras em 22/09/2010

Código do texto: T2513081