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domingo, 3 de outubro de 2010

MORRER DE AMOR



MORRER DE AMOR
De: Ysolda Cabral



Indiferente ao meu apelo;
Você segue...

Caminhos distantes e distintos,
Coincidentemente sem sonhos;
No requisito nós dois...

O tempo passa rápido.
No entanto, o sentimento antes estagnado,
Esquecido, até nem muito assimilado;
Encontra-se intacto, convicto do todo que é.

Imenso que nem o universo,
Só! Completo e indestrutível;
A tecer fios de esperança,
Sem propósito definido...

Senão o de aliviar a dor,
Em momento desesperado de saudade;
Que faz a gente querer morrer de amor.

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Publicado no Recanto das Letras em 03/10/2010

Código do texto: T2535201